Grandes volumes de chuva são esperados no Sudeste esta semana
A zona de convergência do Atlântico Sul, fenômeno que provoca muita chuva entre a Amazônia e o Sudeste, voltou a ganhar força.
Quem mora no Sudeste vai continuar em atenção. A previsão é de mais chuva não só nesta segunda-feira (2). Grandes volumes de chuva são esperados a semana inteira, principalmente na Região Serrana do Rio de Janeiro, em grande parte de Minas Gerais e também no Espírito Santo.
Na cidade do Rio, o primeiro dia útil do ano começou com chuva e deve ficar assim até a noite. Em São Paulo, pode chover a qualquer hora, mas deve ser chuva mais fraca. São Paulo vive dias que mais parecem de inverno, com chuvinha e temperaturas bem amenas.
No domingo (1º), choveu forte na Grande São Paulo. Em Guarulhos, no bairro Vila Galvão, várias ruas ficaram alagadas. Um cinegrafista amador registrou o momento em que muitos motoristas enfrentaram a enchente. Um deles aí foi mais prudente: quando viu que não ia conseguir passar, voltou de ré.
Em Valinhos, no interior paulista, uma das principais avenidas da cidade ficou parecendo um rio. Em uma chácara, alugada por turistas, o nível do córrego subiu muito. A água quebrou muros e arrastou um carro.
Em Áurea, no norte do Rio Grande do Sul, choveu granizo. O gelo ficou acumulado no chão. Produtores de milho, soja, feijão e melancia estimam que tenham perdido 80% das plantações. O telhado de um galpão também ficou destruído.
A zona de convergência do Atlântico Sul, fenômeno que provoca muita chuva entre a Amazônia e o Sudeste, voltou a ganhar força. Por isso, pode chover forte do Espírito Santo, ao sul do Maranhão, no Amazonas e norte de Mato Grosso.
O céu fica nublado, com chuva a qualquer hora, em parte do litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mas o sol aparece, o dia todo, no centro-norte de Roraima, do centro-oeste do Maranhão até o Recôncavo Baiano, e na faixa que vai do sudoeste de Mato Grosso até o oeste do Rio Grande do Sul. Nas outras áreas do país, pode chover rapidamente.
Na cidade do Rio, o primeiro dia útil do ano começou com chuva e deve ficar assim até a noite. Em São Paulo, pode chover a qualquer hora, mas deve ser chuva mais fraca. São Paulo vive dias que mais parecem de inverno, com chuvinha e temperaturas bem amenas.
No domingo (1º), choveu forte na Grande São Paulo. Em Guarulhos, no bairro Vila Galvão, várias ruas ficaram alagadas. Um cinegrafista amador registrou o momento em que muitos motoristas enfrentaram a enchente. Um deles aí foi mais prudente: quando viu que não ia conseguir passar, voltou de ré.
Em Valinhos, no interior paulista, uma das principais avenidas da cidade ficou parecendo um rio. Em uma chácara, alugada por turistas, o nível do córrego subiu muito. A água quebrou muros e arrastou um carro.
Em Áurea, no norte do Rio Grande do Sul, choveu granizo. O gelo ficou acumulado no chão. Produtores de milho, soja, feijão e melancia estimam que tenham perdido 80% das plantações. O telhado de um galpão também ficou destruído.
A zona de convergência do Atlântico Sul, fenômeno que provoca muita chuva entre a Amazônia e o Sudeste, voltou a ganhar força. Por isso, pode chover forte do Espírito Santo, ao sul do Maranhão, no Amazonas e norte de Mato Grosso.
O céu fica nublado, com chuva a qualquer hora, em parte do litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mas o sol aparece, o dia todo, no centro-norte de Roraima, do centro-oeste do Maranhão até o Recôncavo Baiano, e na faixa que vai do sudoeste de Mato Grosso até o oeste do Rio Grande do Sul. Nas outras áreas do país, pode chover rapidamente.








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